Desconto PJ: quanto você receberia a mais se fosse PJ?

Desconto PJ: quanto você receberia a mais se fosse PJ?

O valor do desconto PJ, ou seja, os impostos e custos que incidem sobre o profissional Pessoa Jurídica, varia conforme o regime tributário escolhido pela empresa. O regime tributário determina as regras para o cálculo e recolhimento dos impostos.

Os regimes mais comuns são: Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real. Considerando esses regimes de tributação, os valores dos descontos PJ são:

  • Simples Nacional: os impostos variam de 4% a 33%, dependendo de fatores como a atividade da empresa, o faturamento, o anexo do Simples Nacional em que o negócio se encaixa, entre outros;
  • Lucro Presumido: o valor médio é 16,33% sobre impostos como IRPJ, CSLL, PIS, COFINS e ISS;
  • Lucro Real: o valor varia de 20% a 35%, dependendo de fatores como o lucro efetivo da empresa, atividade econômica, entre outros.

Mesmo considerando esses descontos, o profissional que atua como Pessoa Jurídica (PJ) costuma receber um valor líquido maior do que um profissional na modalidade CLT (carteira assinada).

Isso acontece porque o profissional recebe exatamente o valor previsto em contrato, que pode ser negociado diretamente com a empresa contratante. Ou seja, o próprio PJ deve precificar os seus serviços. 

Por isso, o PJ geralmente ganha entre 30% e 50% a mais que um profissional CLT da mesma área. 

O valor recebido como PJ deve ser suficiente para cobrir não apenas os custos operacionais, mas também constituir uma reserva financeira para períodos sem contrato, além de contemplar os direitos trabalhistas que o PJ não possui, como 13º salário e férias remuneradas. Essa gestão financeira é fundamental para garantir segurança e estabilidade no exercício da atividade como Pessoa Jurídica.

Além disso,como pagar menos impostos sendo PJ por meio de recursos legais, como o cálculo do Fator-R. A escolha do regime tributário mais adequado e vantajoso também auxilia na redução de impostos pagos pelo profissional.

Vale lembrar que se tornar pessoa jurídica e trabalhar como PJ também traz uma série de vantagens, como: 

  • Flexibilidade de horário, permitindo um equilíbrio melhor entre a vida profissional e a pessoal;
  • Possibilidade de atender vários clientes ao mesmo tempo, o que gera diferentes fontes de receita;
  • Maiores chances de ganhar mais do que se atuasse como CLT, visto que é o empreendedor que precifica seus serviços.

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E quanto ao salário PJ, qual percentual é deduzido de cada pagamento e/ou nota fiscal emitida? Siga a leitura deste artigo para ter essa resposta!

Quais são os descontos de um funcionário PJ?

As alíquotas de desconto PJ dependem do regime tributário escolhido no momento da abertura da empresa. A seguir, apresentamos os principais regimes e suas respectivas alíquotas:

1. Simples Nacional

Podem se enquadrar no Simples Nacional negócios que faturam até R$ 4,8 milhões ao ano.

As alíquotas praticadas nessa forma de tributação dependem do anexo no qual a empresa se enquadra. Entretanto, seus percentuais variam entre 4% e 33%

O recolhimento dos impostos é feito em uma única guia, a DAS, Documento de Arrecadação do Simples Nacional, na qual estão inclusos os valores referentes a:

  • Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ)
  • Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI); 
  • Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL);
  • Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins);
  • Programa de Integração Social (PIS);
  • Contribuição Patronal Previdenciária (CPP);
  • Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS);
  • Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS).

O MEI é uma categoria simplificada dentro do Simples Nacional, destinada a empreendedores com faturamento anual de até R$81.000,00 ou até R$251.600,00 para o MEI Caminhoneiro, de acordo com a Tabela B da Resolução CGSN nº 140/2018. Diferente de outras empresas, o MEI paga um valor fixo mensal de impostos, que independe do faturamento, simplificando muito a tributação.

– Empresas do Comércio ou Indústria: R$ 76,90;

– Prestação de Serviços: R$ 80,90;

– Comércio e Serviços: R$ 81,90;

2. Lucro Presumido 

O Lucro Presumido é um regime tributário simplificado, voltado para empresas que faturam até R$ 78 milhões por ano. Ele é chamado de “presumido” porque a Receita Federal presume o lucro da empresa com base em percentuais fixos, conforme a atividade exercida — e não com base no lucro real apurado.

A apuração dos tributos no Lucro Presumido é feita trimestralmente. Os impostos como IRPJ e CSLL são calculados com base em uma margem de lucro presumida (que varia entre 1,6% e 32% sobre o faturamento, dependendo da atividade).

Os percentuais dos impostos cobrados são:

  • PIS: 0,65% 
  • Cofins: 3% 
  • ISS: 5% 
  • ISS: 2% a 5%
  • IRPJ: 15%  
  • IRPJ: 15% sobre o lucro presumido (com possível adicional de 10%)
  • CSLL: 9% 
  • CSLL: 9% sobre o lucro presumido

3. Lucro Real

O Lucro Real contempla negócios com faturamento superior a R$78 milhões por ano e a alíquota de imposto cobrada é de 15% sobre o lucro obtido. Caso esse valor seja acima de R$20 mil no mês, é preciso pagar mais 10% sobre a quantia excedente.

Quanto aos impostos, os percentuais são:

  • Cofins: 7,6%;
  • PIS: 1,65%
  • IRPJ: entre 15% e 25%;
  • IRPJ: 15% sobre o lucro apurado, com adicional de 10% para lucros acima de R$20 mil mensais
  • CSLL: 9% .
  • CSLL: 9% sobre o lucro real

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    Como calcular um salário PJ?

    Para calcular quanto um profissional PJ (pessoa jurídica) deve cobrar, o primeiro passo é entender que não há os mesmos descontos e benefícios garantidos a quem trabalha como CLT, como FGTS, INSS, férias remuneradas, 13º salário, vale-transporte, entre outros.

    Portanto, é responsabilidade do próprio profissional incluir esses custos no valor que vai cobrar do cliente ou contratante.

    Isso é possível porque quem tem seu próprio CNPJ tem a liberdade de definir quanto quer receber. Dessa forma, é possível inserir na conta do salário valores referentes a despesas com alimentação, transporte, entre outras semelhantes. Se quiser, pode incluir também percentuais atribuídos a férias e 13° salário.

    Como PJ, você tem liberdade para definir quanto quer ganhar, mas precisa lembrar que esse valor deve sustentar sua estrutura de trabalho e garantir sua segurança financeira.

    É importante entender que, apesar de utilizarmos o termo “salário PJ” para simplificar, a contratação PJ é diferente da pejotização.

    A contratação PJ é um contrato firmado entre duas empresas para a prestação de um serviço por tempo determinado, o qual pode ou não ser renovado ao seu término. 

    Já a pejotização é uma prática considerada irregular e ilegal pela Justiça do Trabalho. Ela ocorre quando uma empresa exige que o profissional atue como PJ, mas mantém as mesmas condições de um vínculo empregatício, como:

    • Subordinação direta;
    • Jornada fixa;
    • Ordens hierárquicas;
    • Exclusividade;
    • Presença obrigatória na empresa.

    Assim, mesmo que se tenha a liberdade de definir o próprio salário e até os horários de trabalho nesse modelo, essa é uma prática considerada ilegal. Por isso, é fundamental que o empreendedor se atente a qual proposta de parceria está sendo sugerida antes de fechá-la.

    Quanto eu ganharia se fosse PJ?

    Se você está pensando em atuar como pessoa jurídica, uma das primeiras dúvidas é: quanto cobrar como PJ? E a resposta não é simplesmente aplicar 30% a 50% a mais sobre o salário CLT, como muita gente sugere por aí.

    Essa diferença costuma ser usada como referência inicial, pois leva em conta a ausência de benefícios típicos do regime CLT, como:

    • Férias remuneradas;
    • 13º salário;
    • FGTS;
    • Licença médica ou maternidade;
    • Aviso prévio;
    • Multa rescisória.

    Imagine que um profissional CLT ganha R$5.000,00 mensais. Para compensar os benefícios perdidos, um PJ bem estruturado financeiramente deveria cobrar algo entre:

    • R$6.500,00 e R$7.500,00 por mês,
    • Ou seja, 30% a 50% a mais, dependendo da área, da estabilidade da renda e dos custos com contador, impostos e previdência.

    Mas atenção: isso é apenas uma base de cálculo inicial.

    Como calcular salário CLT em PJ?

    Para calcular salário CLT em PJ, basta considerar o seu salário atual como empregado com carteira assinada e transformá-lo no equivalente para pessoa jurídica, levando em conta as diferenças nos tributos, benefícios e custos de cada regime.

    Na prática, comece anotando seu salário bruto como CLT e subtraia os descontos legais que incidem diretamente sobre o salário do empregado, como INSS e Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF). Benefícios e FGTS são importantes, mas não são descontos que impactam o valor líquido recebido diretamente, sendo o FGTS uma obrigação patronal, ou seja, uma obrigação da empresa contratante.

    O objetivo dessa comparação é entender o valor líquido que você receberia por mês em cada regime. Porém, é importante lembrar que nem sempre o valor líquido maior significa a melhor escolha, pois os direitos e benefícios garantidos pela CLT, como férias, 13º salário, estabilidade e FGTS, não existem na modalidade PJ. 

    Com essa análise simples, você pode tomar uma decisão informada, considerando tanto o valor financeiro quanto a segurança trabalhista.

    Importante: com a sanção da Lei nº15.270/2025, conhecida como Reforma da Renda, o Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) passa por mudanças significativas a partir de 1º de janeiro de 2026.

    A principal novidade é a isenção total do Imposto de Renda Pessoa Física para quem ganha até R$5 mil por mês.

    Além disso, foi criada uma regra de redução do imposto para quem recebe entre R$5.000,01 e R$7.350,00. Para essa faixa, o cálculo deixa de seguir apenas a alíquota fixa e passa a utilizar uma fórmula de desconto linear, garantindo que o imposto suba gradativamente. Ou seja, quanto mais próximo de R$7.350,00 for a renda, maior será o imposto devido. 

    Para rendas acima de R$7.350,00, segue valendo as alíquotas progressivas indicadas na tabela do Imposto de Renda.

    Saiba mais neste artigo: “Isenção do Imposto de Renda até 5 mil: o que muda para o profissional CLT e demais pessoas físicas?”.

    Vale lembrar: o pró-labore (que é o “salário” do sócio) segue a mesma lógica do salário do trabalhador CLT, ou seja, se ultrapassar a faixa de isenção, aplica-se a tabela progressiva do IR e há incidência de INSS.

    Além disso, com a nova regra do Imposto de Renda, a distribuição de lucros e dividendos também passa por mudanças. A partir de janeiro de 2026, lucros e dividendos distribuídos que ultrapassem o valor de  R$50 mil  mensais, pagos por uma mesma empresa para a mesma pessoa física, passam a ter retenção de Imposto de Renda na fonte com uma alíquota fixa de 10% sobre o valor total distribuído. 

    Esse é um ponto crucial na estratégia de quem compara CLT e PJ, especialmente para profissionais que pretendem otimizar ganhos via distribuição de lucros. Entenda mais neste artigo: “Isenção de Imposto de Renda até 5 mil: o que muda para o profissional PJ e quem declara dividendos?”.

    Outro fator relevante é que o próprio PJ determina, com apoio do contador, qual será o valor do pró-labore e o quanto distribuir de lucro. Tais decisões afetam diretamente a carga tributária e o valor líquido recebido no mês.

    Enquanto o CLT tem descontos automáticos e previsíveis, o que reduz o ganho líquido do trabalhador, o PJ costuma alcançar uma remuneração líquida maior, mas assume integralmente a responsabilidade por recolher seus tributos e organizar sua própria proteção financeira, já que não há FGTS nem verbas rescisórias em caso de término do contrato.

    Por isso, ao avaliar a mudança de CLT para PJ, é essencial considerar não apenas os custos e benefícios tradicionais de cada regime, mas também as novas regras do Imposto de Renda, que podem alterar significativamente o planejamento tributário e a remuneração final.

    Se quiser um jeito prático de descobrir o que compensa mais entre CLT ou PJ, basta usar esta calculadora exclusiva da Contabilizei: Calculadora Salário CLT x PJ.

    Por que PJ ganha mais?

    Geralmente, o PJ ganha mais por fatores como:

    • Impostos PJ: apesar de recolher diversos tributos, o valor dos impostos PJ tende a ser menor em comparação a um profissional CLT. Por exemplo: dependendo da renda mensal do profissional, o valor dos impostos pode chegar a mais de 27,5% ao atuar como pessoa física. Já no Simples Nacional, as alíquotas começam em 6%. Isso faz com que o PJ consiga economizar mais em impostos e receber um valor líquido maior. Além disso, quem atua como PJ pode aproveitar recursos legais para pagar menos impostos. Por exemplo: o cálculo do Fator R para empresas do Simples Nacional. Com esse cálculo, a empresa pode ser tributada pelo Anexo III (com alíquotas iniciais de 6%) em vez de ser tributada pelo Anexo V (com alíquotas iniciais de 15,5%). Também existem outros incentivos para empresas, como possibilidade de isenções no caso de exportação de serviços, entre outros.
    • Autonomia para definir o valor do pagamento: uma pessoa jurídica também ganha mais pelo fato de poder determinar o valor do seu pagamento. Assim, por mais que exista o desconto PJ referente aos impostos que o empreendedor precisa pagar para manter a empresa legalizada, é possível rever essa quantia na quantia cobrada dos clientes. Vale lembrar que é importante estabelecer preços justos e competitivos, para não cobrar valores muito acima dos praticados pelo mercado. 
    • Cobrir a falta de benefícios e direitos trabalhistas: o profissional PJ também precisa cobrar um valor maior pelos seus serviços para arcar com benefícios e direitos que ele deixa de ter ao atuar como empresa. Por exemplo: 13º salário, férias remuneradas, vale-alimentação, plano de saúde, entre outros. Por esse motivo, o PJ costuma ganhar um valor líquido maior em comparação do CLT.

    Desconto PJ: os descontos em compras para CNPJ

    Um outro conceito para o termo desconto PJ são os descontos comerciais oferecidos para empresas e pessoas que trabalham como PJ. No geral, a aquisição de veículos, produtos e serviços pode ser mais vantajosa do que para pessoas físicas. É possível conseguir os descontos por meio de programas de Pessoas Jurídicas, negociação direta com fornecedores ou compra no atacado.

    Apesar dos preços mais atrativos (descontos em veículos podem chegar a 30%), o profissional PJ deve ter cuidado com a saúde financeira da empresa. O contador também deve ser informado sobre as compras. Como as aquisições são para a empresa, elas devem ser declaradas no Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ). Na lista de produtos mais comuns com descontos para PJ estão:

    • Veículos;
    • Equipamentos de informática;
    • Eletrônicos;
    • Móveis.

    Sim, comprar o carro pela pessoa jurídica (PJ) pode trazer benefícios como o desconto mencionado, mas é importante considerar algumas implicações fiscais e contábeis importantes:

    Relação com a atividade da empresa

    Para que o carro seja contabilizado como ativo da empresa e os custos (como depreciação, manutenção, IPVA, etc.) sejam considerados dedutíveis ou pertinentes na contabilidade, ele precisa ter relação com a atividade da empresa. Por exemplo, se sua empresa presta serviços que exigem deslocamento frequente, isso ajuda a justificar a compra como um bem da PJ. Caso contrário, o uso do carro pode ser caracterizado como pessoal, o que pode gerar problemas em uma fiscalização.

    Ganho de capital em uma futura venda

    Se futuramente a empresa vender esse carro por um valor maior do que o valor contábil dele (após a depreciação acumulada), haverá um ganho de capital, que é basicamente a diferença entre o preço de venda e o valor contábil do bem. Esse ganho de capital é tributado em 15% de Imposto de Renda sobre o lucro da operação, o que é importante considerar. Ainda, para empresas do Simples Nacional, se o bem for vendido antes de completar 12 meses na empresa, o valor da venda será tributado no Anexo I do SN (independente se comércio ou não) e o imposto deverá ser pago por meio do DAS com vencimento para o dia 20 do mês seguinte ao da venda.

    Movimentação do dinheiro

    Como o carro será comprado pela PJ, o pagamento deve sair da conta da empresa. Dessa forma, no momento da aquisição, será necessário verificar se a PJ dispõe de recursos para a compra.

    Depreciação

    Independente do regime tributário em que a empresa esteja enquadrada, Simples Nacional ou Lucro Presumido (que são os regimes atendidos pela Contabilizei) é obrigatório o reconhecimento da depreciação na escrituração contábil.

    O que é o desconto PJ e como calcular? Recapitulando!

    Muitas informações até aqui? Vamos resumir os principais pontos sobre o desconto PJ:

    • O que significa ser PJ? Ser PJ é basicamente trabalhar como empresa. No Brasil, quando alguém diz que “é PJ”, significa que presta serviços usando um CNPJ próprio, em vez de ter carteira assinada no regime CLT. O profissional PJ geralmente não sofre descontos no “salário”, mas não deixa de pagar impostos que vão incidir sobre o faturamento e pró-labore.
    • O que é o desconto PJ? “Desconto PJ” é o termo geralmente usado para indicar o valor de impostos que um profissional PJ paga ou até mesmo a diferença entre o valor que um PJ ganha por mês em comparação ao CLT;
    • Qual o valor do desconto PJ? O valor do desconto PJ varia conforme o regime tributário da empresa. No Simples Nacional, as alíquotas para prestadores de serviços geralmente variam entre 6% e 33%. No Lucro Presumido, a carga tributária média fica em torno de 16,33%. Já no Lucro Real, que é um regime mais complexo, a alíquota pode variar entre 20% e 35%, dependendo do faturamento e das despesas da empresa.
    • Quanto eu ganharia se fosse PJ? A estimativa é que, ao atuar como PJ, você possa ganhar entre 30% e 50% a mais do que se trabalhasse como CLT. Essa estimativa leva em conta fatores como o pagamento de impostos e a inclusão de valores que cobrem direitos e benefícios que o profissional deixa de ter ao trabalhar como PJ.
    • Por que o PJ ganha mais? O profissional PJ geralmente ganha mais por vários motivos: a carga tributária pode ser menor para algumas empresas; o profissional tem autonomia para definir o valor de seus serviços; é necessário cobrar um valor maior para cobrir a ausência dos benefícios e direitos trabalhistas da CLT; além disso, existem recursos legais, como o cálculo do Fator R, que podem reduzir ainda mais os impostos.
    • Comprar mais barato como PJ? O PJ tem descontos em produtos, como materiais de informática e veículos, e até mesmo serviços, mas precisa deixar todas as compras feitas com o CNPJ registradas com a contabilidade da empresa.

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    Escrito por:

    Charles Gularte

    Contador técnico e responsável na Contabilizei. Charles Gularte é vice-presidente de Operações da Contabilizei desde 2015, responsável técnico da empresa e contador há mais de 20 anos (CRC PR-045113/O-7). Atualmente é líder do maior time de contadores certificados do Brasil, onde garante um modelo operacional escalável e sustentável, que entrega serviço, atendimento e suporte com excelência a mais de 100 mil micros e pequenos empreendedores. Formado em Ciências Contábeis pela FAE Centro Universitário e com MBA em Gestão Empresarial, Administração e Negócios pela FGV, iniciou a carreira em um escritório de contabilidade e seguiu para o mundo corporativo, onde é referência profissional quando se trata de uma rotina contábil segura, transparente e confiável no país.

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